Na grande Rio Maina
14 Fotos
R$320.000,00

Casa averbada e pronta para morar

Vila Floresta - Criciúma/SC
3 Dormitórios
1 Vaga
130 m² (Construída)

Descrição do imóvel

Uma casa recém pintada que está pronta para receber você e sua família!

📍Localizada no Monte Castelo/Vila Floresta, a apenas 1 km do Parque dos Imigrantes, na grande Rio Maina, essa casa oferece estrutura completa, conforto e a praticidade de estar averbada, pronta para financiamento!

✅ 130 m² de área construída

✅ Terreno com 13 x 30 metros

Casa de dois andares, contendo, na parte superior:

👉 3 quartos

👉 Sala

👉 Cozinha

👉 Banheiro

👉 Sacada

E na parte inferior:

👉 Garagem

👉 Lavanderia

👉 Área de serviço

👉 Churrasqueira

👉 Estrutura com repartições prontas em alvenaria

🔰 Apenas R$ 320 mil

🔁 Aceita permuta de até R$ 70 mil (carro ou terreno)

📄 Imóvel averbado – pode ser financiado!

Entre em contato e agende sua visita para conhecer de perto!

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As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.

Cômodos

3 Dormitórios
1 Banheiro
1 Vaga
1 Cozinha
1 Sala de jantar
1 Área de serviço
1 Dependência p/empregada

Áreas

Área Construída: 130m²
Terreno Frente: 13m
Terreno Direita: 30m

Outras Informações

Referência: 301
Perfil: Residencial
Situação: Pronto para morar
Possui mobília?: Sem mobília

Localização

Vila Floresta - Criciúma/SC

Conheça a cidade Criciúma

Criciúma é uma das cidades mais representativas do Sul de Santa Catarina, combinando tradição, indústria pujante e espaços culturais de destaque. Com uma população superior a 227 mil habitantes segundo estimativas do IBGE, tornou-se um polo regional não apenas pela sua economia, mas também pela qualidade de vida, infraestrutura e localização estratégica. Situada a cerca de 207 km de Florianópolis, exerce influência relevante em diversas áreas, educação, comércio, serviços e turismo, mantendo uma identidade forte construída sobre suas origens, seus ciclos produtivos e sua capacidade de inovação. 


Origens e colonização


A fundação remonta ao início da colonização européia no século XIX, quando famílias italianas provenientes de Veneza e Treviso foram as primeiras a se estabelecer, por volta de 6 de janeiro de 1880.No começo, o local era uma região de floresta, rio limpo e solo virgem, e a vida dos primeiros moradores envolvia abrir picadas, erguer moradias simples, cultivar plantações de subsistência (como arroz, milho, mandioca e banana) e criar comércio local.A designação inicial foi “Cresciuma”, palavra derivada do tupi referindo-se ao capim abundante na região; esse nome vigorou até meados do século XX. 


Emancipação e marco de autonomia


O município alcançou sua emancipação político-administrativa em 4 de novembro de 1925, quando deixou de pertencer a Araranguá.Desde então, várias fases de desenvolvimento econômico sucederam-se: da agricultura ao carvão, da mineração à indústria de revestimentos e vestuário. Cada ciclo deixou marcas na paisagem urbana, nos espaços públicos e no perfil social.


Economia e setores produtivos


A economia local é diversificada e competitiva: o setor cerâmico é considerado carro-chefe, com a cidade reconhecida nacionalmente pela produção de pisos e revestimentos. Também se destacam as indústrias de plástico, vestuário (especialmente jeans), metal-mecânica, química e descartáveis plásticos.Recentemente, políticas públicas têm incentivado a desburocratização para abertura de empresas, o que tem estimulado o empreendedorismo e diversificado ainda mais o parque industrial. 


Cultura, turismo e vida urbana


São muitos os espaços que ajudam a contar a história e oferecer lazer: a Mina de Visitação Octávio Fontana, os parques das Nações Cincinato Naspolini, dos Imigrantes e o Parque Municipal Prefeito Altair Guidi, além do recém-inaugurado Parque Astronômico Albert Einstein, reforçam o turismo do conhecimento e as experiências culturais para moradores e visitantes.Outro destaque fica por conta da Festa das Etnias, evento que celebra as múltiplas raízes culturais dos colonizadores, reunindo gastronomia, música, dança e tradições que continuam vivas. 



O município tem provado ao longo das décadas que crescimento econômico pode caminhar junto com preservação cultural e melhoria da qualidade de vida. Do simples núcleo colonial entre matas e rios, transformou-se em polo industrial moderno, com infraestrutura crescente, espaços públicos bem cuidados, e oferta robusta de serviços. Compartilha desafios comuns a cidades médias, como mobilidade urbana, equidade de acesso em saúde e sustentabilidade ambiental, mas também revela capacidade de superá-los com planejamento, participação cidadã e diversificação econômica. Criciúma não é apenas um marco histórico do carvão no Brasil; é hoje um protagonista regional que continua evoluindo, valorizando suas origens e mirando horizontes maiores.

R$320.000,00

Conheça a cidade Criciúma

Criciúma é uma das cidades mais representativas do Sul de Santa Catarina, combinando tradição, indústria pujante e espaços culturais de destaque. Com uma população superior a 227 mil habitantes segundo estimativas do IBGE, tornou-se um polo regional não apenas pela sua economia, mas também pela qualidade de vida, infraestrutura e localização estratégica. Situada a cerca de 207 km de Florianópolis, exerce influência relevante em diversas áreas, educação, comércio, serviços e turismo, mantendo uma identidade forte construída sobre suas origens, seus ciclos produtivos e sua capacidade de inovação. 


Origens e colonização


A fundação remonta ao início da colonização européia no século XIX, quando famílias italianas provenientes de Veneza e Treviso foram as primeiras a se estabelecer, por volta de 6 de janeiro de 1880.No começo, o local era uma região de floresta, rio limpo e solo virgem, e a vida dos primeiros moradores envolvia abrir picadas, erguer moradias simples, cultivar plantações de subsistência (como arroz, milho, mandioca e banana) e criar comércio local.A designação inicial foi “Cresciuma”, palavra derivada do tupi referindo-se ao capim abundante na região; esse nome vigorou até meados do século XX. 


Emancipação e marco de autonomia


O município alcançou sua emancipação político-administrativa em 4 de novembro de 1925, quando deixou de pertencer a Araranguá.Desde então, várias fases de desenvolvimento econômico sucederam-se: da agricultura ao carvão, da mineração à indústria de revestimentos e vestuário. Cada ciclo deixou marcas na paisagem urbana, nos espaços públicos e no perfil social.


Economia e setores produtivos


A economia local é diversificada e competitiva: o setor cerâmico é considerado carro-chefe, com a cidade reconhecida nacionalmente pela produção de pisos e revestimentos. Também se destacam as indústrias de plástico, vestuário (especialmente jeans), metal-mecânica, química e descartáveis plásticos.Recentemente, políticas públicas têm incentivado a desburocratização para abertura de empresas, o que tem estimulado o empreendedorismo e diversificado ainda mais o parque industrial. 


Cultura, turismo e vida urbana


São muitos os espaços que ajudam a contar a história e oferecer lazer: a Mina de Visitação Octávio Fontana, os parques das Nações Cincinato Naspolini, dos Imigrantes e o Parque Municipal Prefeito Altair Guidi, além do recém-inaugurado Parque Astronômico Albert Einstein, reforçam o turismo do conhecimento e as experiências culturais para moradores e visitantes.Outro destaque fica por conta da Festa das Etnias, evento que celebra as múltiplas raízes culturais dos colonizadores, reunindo gastronomia, música, dança e tradições que continuam vivas. 



O município tem provado ao longo das décadas que crescimento econômico pode caminhar junto com preservação cultural e melhoria da qualidade de vida. Do simples núcleo colonial entre matas e rios, transformou-se em polo industrial moderno, com infraestrutura crescente, espaços públicos bem cuidados, e oferta robusta de serviços. Compartilha desafios comuns a cidades médias, como mobilidade urbana, equidade de acesso em saúde e sustentabilidade ambiental, mas também revela capacidade de superá-los com planejamento, participação cidadã e diversificação econômica. Criciúma não é apenas um marco histórico do carvão no Brasil; é hoje um protagonista regional que continua evoluindo, valorizando suas origens e mirando horizontes maiores.

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